ARQUIVADA DENUNCIA CONTRA O PREFEITO JÔ SILVESTRE

09/01/2019

O relatório da Comissão Processante da Câmara de Vereadores de Avaré, que pedia a cassação do prefeito Jô Silvestre (PTB), acusado de assédio moral, foi arquivado durante a sessão da noite de terça-feira (8). 

Para que a cassação passasse, seria necessário que 9 dos 13 vereadores votassem a favor. Porém, o placar ficou em sete votos a favor e seis contra. A sessão durou mais de seis horas e cerca de 100 pessoas acompanharam a votação no plenário da Câmara. 

O Legislativo abriu em novembro do ano passado uma Comissão Processante para investigar a denúncia de quebra de decoro por parte

Denúncia

Segundo a denúncia recebida pela Câmara, o prefeito teria mudado uma servidora pública de setor por conta das críticas que o marido dela teria feito sobre a administração municipal. 

Dez pessoas, incluindo o prefeito, foram ouvidas no dia 10 de dezembro. A direção da Câmara não divulgou o conteúdo dos depoimentos, mas informou apenas que a defesa teve cinco dias para apresentar as alegações finais.

Depois de um mês de investigações, a Comissão emitiu o relatório final pedindo a cassação do prefeito por entender que houve irregulares na mudança dessa servidora. 

No processo, há uma imagem de uma suposta mensagem enviada pelo prefeito para a secretária municipal de Indústria e Comércio dizendo que a funcionária precisava ser transferida. 

O prefeito de Avaré afirmou que entende a decisão dos vereadores, mas que não há provas de que tenha prejudicado a servidora e que o processo seria apenas um ato político.direção da Câmara não divulgou o conteúdo dos depoimentos, mas informou apenas que a defesa teve cinco dias para apresentar as alegações finais. 

Depois de um mês de investigações, a Comissão emitiu o relatório final pedindo a cassação do prefeito por entender que houve irregulares na mudança dessa servidora. 

No processo, há uma imagem de uma suposta mensagem enviada pelo prefeito para a secretária municipal de Indústria e Comércio dizendo que a funcionária precisava ser transferida. 

O prefeito de Avaré afirmou que entende a decisão dos vereadores, mas que não há provas de que tenha prejudicado a servidora e que o processo seria apenas um ato político.

Fonte: G1

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