SINDICATO TERIA SIDO “TIRADO DA JOGADA” POR ASSOCIAÇÃO EM EMPREENDIMENTO DE CASAS PARA SERVIDORES

19/08/2019

Denúncias apontam supostas cobranças, supostamente, indevidas de taxas que estariam sendo praticadas pela Associação Habitacional Social do Brasil (AHSB), entidade que seria responsável pela construção de casas populares voltadas também aos servidores da Prefeitura.

Na matéria veiculada pelo Jornal A Voz do Vale, o presidente do Sindicato dos Funcionários Públicos de Avaré e Região, Leonardo do Espírito Santo, afirmou que foi um dos responsáveis pelo projeto, porém ele afirmou que o órgão foi “tirado da jogada”.

“No início fomos nós que trouxemos. Era pra ser pelo Sindicato. No meio do caminho resolveram tirar o Sindicato da jogada e fomos pegos de surpresa. Criaram esta associação sem o nosso consentimento”, revelou.

Leonardo confirmou que a AHSB estaria cobrando a taxa dos interessados no empreendimento. Ele também revelou que o Sindicato dará o apoio jurídico para servidores que forem lesados.

“Começaram a cobrar esta taxa que, no meu ponto de vista, não sei te dizer se é legal ou ilegal, mas estamos distante, só acompanhado pra ver onde vai parar e daremos, caso os servidores associados no Sindicato forem lesados, todo o apoio jurídico”.

DENÚNCIA – Por meio de nota, a Prefeitura afirma não ter relação com o empreendimento e que não existe projeto da associação em análise para construção de casas populares “A Prefeitura da Estância Turística de Avaré esclarece que não tem qualquer relação com a Associação Habitacional Social do Brasil (AHSB), pois não há, até momento, projeto técnico em análise ou aprovado para a construção de residências populares ligado à associação, requisito para todo e qualquer início de empreendimento do tipo”.

Ainda segundo a nota, o executivo informou que representantes da AHSB estiveram reunidos, na quarta-feira, dia 14 de agosto, com o secretário de Habitação, Glauco Fávero, e técnicos da administração municipal. O encontro teria sido agendado pela pasta de Habitação depois que a Prefeitura tomou conhecimento das denúncias sobre as cobranças, supostamente, indevidas.7

Segundo a nota, a AHSB teria informado que cobra R$ 25, porém o valor não corresponde à parcela do imóvel, mas uma taxa que seria recolhida pela entidade. “No encontro agendado após o surgimento de denúncias sobre cobranças indevidas, foi informado pela empresa que a taxa de R$ 25 cobrada pela AHSB não se refere à parcela para aquisição de imóvel. Segundo a entidade, o valor vai para a própria associação”.

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