SESSÃO QUE DECIDIRÁ SOBRE POSSÍVEL CASSAÇÃO DE JÔ SILVESTRE SERÁ NO DIA 8 DE JANEIRO

27/12/2018

A Câmara de Avaré marcou a sessão que decidirá sobre a possível cassação de mandato do prefeito Jô Silvestre.

A data foi marcada pelo atual presidente do legislativo, vereador Toninho da Lorsa em concordância que o vereador Francisco Barreto, que assume a direção da Câmara no dia 1 de janeiro de 2019.

A data escolhida para a sessão que promete ser polêmica é o dia 8 de janeiro, a partir das 18 horas.

ENTENDA – A Câmara de Avaré apresentou na sexta-feira, dia 21 de dezembro, o relatório final da Comissão Processante, que foi aberta em novembro contra o prefeito Jô Silvestre por suposto assédio moral. 

A Comissão apurou que há indícios de irregularidades na transferência de uma servidora pública de setor e pede a cassação. 

Agora, uma sessão extraordinária deve ser convocada para votar o pedido de cassação do prefeito. 

O presidente da Câmara, vereador Toninho da Lorsa afirmou que a sessão vai analisar o caso, mas ainda não tem data definida. 

Para ser cassado é necessário que 9 dos 13 vereadores votem a favor do relatório. 

Em nota, o prefeito afirmou que entende a decisão dos vereadores, mas que não há provas de que tenha prejudicado a servidora. 

Disse ainda que a decisão de dar continuidade a exposição do nome dele soa como um ato meramente político e que todas as denúncias de envolvimento direto de vereadores na formulação da denúncia serão encaminhados ao Ministério Público para averiguação de possíveis crimes. 

APURAÇÃO – Em novembro deste ano, a servidora municipal Priscila Pedroso Ferreira afirmou que sua transferência de setor, decidida pelo prefeito, se configurou assédio moral pois seria uma retaliação ao marido dela que criticou a administração municipal. 

Com isso, uma Comissão Processante foi aberta após sete, dos 13 vereadores, aceitarem o pedido para que o caso fosse investigado. 
No dia 10 de dezembro, 10 pessoas, entre elas o prefeito, foram ouvidas pela CP. A direção da Câmara não divulgou o conteúdo dos depoimentos, mas informou apenas que a defesa teve cinco dias para apresentar as alegações finais.

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